quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Somos TODOS brasileiros, SIM!

Cenas do Espetáculo "Somos todos Brasileiros" - UNICIRCO em Campinas (21/09/09) - com a participação de Instituições que trabalham com pessoas com deficiência



Preconceito. Numa tradução livre, podemos entender  um  determinado conceito estabelecido previamente, antes de se conhecer o todo. E quantos preconceitos temos todos nós? Existe algo mais limitante que o preconceito? Existe.
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Ignorância. E aqui não tem a ver com o significado pejorativo não. Tem a ver com a falta de conhecimento sobre algo. É quando desconhecemos aquilo que nos rodeia e quem nos rodeia.Somos ignorantes quando achamos que uma doença física é transmitida pelo toque ou quando acreditamos que AIDS se contrai num simples aperto de mão ou de um abraço.
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Somos ignorantes quando desconhecemos os direitos de pessoas com deficiência física. Pior ainda, quando nem percebemos que existe uma deficiência maior que a física. Existe a deficiência moral.
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E somos deficientes morais quando ocupamos, sem necessidade e direito, uma vaga de estacionamento reservada a uma pessoa especial. Quando negamos passagem e auxílio a esta pessoa. Pelo contrário, passamos reto e rápido. Aquilo não é conosco. Ignoramos.
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Somos preconceituosos quando acreditamos que uma pessoa especial é incapaz. Mal sabemos o quanto essas pessoas, realmente especiais, são fortes e são capazes de fazer coisas que muitos que se conceituam como normais, jamais tentaram.
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E temos exemplos de atletas, artistas, pensadores, físicos, médicos e tantas outras profissões. , Todos nós somos brasileiros, sim.
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E aproveito para destacar um trabalho maravilhoso da UNICIRCO, a Universidade Livre do Circo, sob direção e comando do ator Marcos Frota. Ele é daquelas pessoas que quando falam, transmitem uma simplicidade, uma humildade, que só aqueles que evoluíram possuem. Sua prece elevada, sua preocupação com todos.
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Entre 20 e 25 de setembro de 2009, aqui em Campinas, está acontecendo a VIII Semana de Luta das Pessoas com Deficiência - "Nada sobre nós, sem nós". Hoje é o penúltimo dia dessa ação! E o primeiro que você pode considerar para uma maior conscientização de todos nós. Brasileiros!
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Todos nós podemos fazer mais. Podemos estar mais próximos. Podemos agir com menos preconceito e sermos menos ignorantes.
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Vamos dar um passo, rumo à solidariedade. Rumo à fraternidade.
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Aprenda e ensine. Supere os seus limites internos!
CARPE DIEM    

domingo, 20 de setembro de 2009

Um ano em um dia!



Se você tem bem mais que duas décadas de vida e se lembra de quando entrou na fase das decisões (16 anos em diante), certamente saberá do que falo neste post. Se você vive exatamente essa fase, também se identificará!

A fase das decisões complicadas aparecem num momento de nossa vida, em que tudo parece dificil e a nossa urgência pela felicidade é proporcional ao nosso desespero.

Por mais que alguém nos diga que tudo está bem e que seja lá o que for passará. Teimamos em não ouvir. Mais ainda, queremos ir contra qualquer senso de realidade.

Pensamos ter todas as respostas, com nossa magra experiência. Desrespeitamos à lógica e mesmo que tudo indique um caminho melhor, preferimos o mais dificil e o mais tortuoso.

Assim ocorre com adolescentes que se envolvem com drogas ilícitas ou lícitas. Se envolvem com pessoas erradas em momento errado. Desafiam a vida! Colocam em risco tudo aquilo que acreditam, apenas por querer viver, um ano em um dia!

E como temos certeza de tudo nessa fase! Quem não se lembra do inconformismo com os pais, professores. Onde já se viu? Alguém querer "mandar" na gente!

O bom é que à medida que amadurecemos percebemos que realmente a vida é bem mais simples. Percebemos que no fundo, tudo acaba bem.

Descobrimos que não se morre de amor ou por amor. Que não é o fim do mundo ficar sem esse ou aquele objeto do desejo. Que lutar pelas coisas que queremos é bem melhor que "tomar" na marra, antes do tempo.

Por isso, acredite. Seja lá o que for, irá passar. Mais cedo ou mais tarde, passará!

E Digamos que, quanto mais velhos nos tornamos, mais nos aproximamos da criança que fomos. A alegria, a tranquilidade, a paz necessária que cada um de nós precisamos para escolher e seguir um caminho iluminado está dentro do nosso ser!

Que tal viver um dia por vez!

Amore? Muitos virão! Melhores, maiores ou menores! Inesqueciveis, descartáveis, desejáveis, dispensáveis! Amores de todas as formas e intensidade!

Conquistas e derrotas. Virão igualmente!

E lá na frente, você perceberá, com um sorriso nos lábios, o quanto de tempo e energia foram disperdiçados, apenas por querer antecipar sentimentos e experiências. Por querer viver um ano em um dia!

CARPE DIEM

sábado, 19 de setembro de 2009

Encruzilhada


A hora da decisão. Mais de um caminho à sua disposição. Ambos incertos. Medo e insegurança lado à lado com a vontade de dar um passo na direção correta. E qual será a direção correta?

Você já se sentiu assim algumas vezes? Aquela sensação estranha, um frio na barriga, o sono que não chega, os pensamentos que cismam em acumular-se desordenadamente em sua cabeça. E as perguntas clássicas:
"E se acontecer isso?"; e "se acontecer aquilo?"; e "se eu me arrepender?"; e "se as coisas não forem como nos foi falado?"; e se...

Inúmeros "ses" habitam o nosso íntimo. Agora, pensando mais friamente, viver é um sucessão de "suposições". Acompanhem comigo.

Hoje você acordou cedo ou um pouco mais tarde, não importa. Quem de vocês tinha plena certeza de que tudo que aconteceu até o momento em que leu este post, aconteceria da forma que aconteceu mesmo?

Alguma coisa mudou de ordem? Algum compromisso atrasou ou adiantou-se? Todas as pessoas estavam com o humor que você esperava? O dia, a temperatura, o trânsito, tudo como você havia previsto e considerado? O restaurente que você almoça. A mesa que você se sentou, foi a que pensou que seria? O garçom falou as opções que desejava, sorriu como gostaria, atendeu como deveria...tantas perguntas...não é mesmo?

Logo, a vida é uma sucessão de encruzilhadas. E só decidimos quando estamos no ponto do cruzamento. Afinal, só podemos escolher uma direção diferente, quando temos outra opção. Enquanto seguimos em linha reta, na previsibilidade, tudo seguirá seu curso normal.

Hoje eu percebo, que as encruzilhadas são nossas aliadas de crescimento. É bom ter que escolher. É sabermos que "para se ganhar algo, teremos que abrir mão de algo também". É fato!.

Pra que eu esteja escrevendo neste momento, este post, eu tive que abrir mão de terminar algum projeto ou  de redigir algum e-mail. Uma encruzilhada. E escolhi o caminho de postar este texto!

Você escolheu entrar aqui e ler o que eu tinha pra lhe dizer. Certamente abriu mão de alguma coisa do seu cotidiano.

O que faz o caminho escolhido ser o melhor é a satisfação que ele nos proporciona. As alegrias advindas da escolha. O crescimento.

Estou feliz por ter escolhido escrever aqui. Estou feliz em dividir com vocês que hoje estou em mais uma encruzilhada de minha vida. Estou prestes a dar um passo em direção a algum caminho (sim, isso é importante! Afinal o pior e você ficar parado eternamente diante dos caminhos, sem coragem de optar ir ou não por ali ou por aqui). Meus olhos, meus pés estão preparados.

Aos poucos estou preparando o meu coração, minha mente e todo o meu sistema, para entrarem num acordo e me guiarem rumo à minha escolha.

Eu só quero ser feliz, fazendo outras pessoas felizes, com minha escolha!

CARPE DIEM!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Apego


Segundo o Aurélio, apego, do verbo apegar significa inclinação afetuosa, afeição

O apego está ligado diretamente ao materialismo. Você se sempre se apega a algo, alguém ou a alguma ideia.
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Tem uma expressão que uso, que no fundo não tem nada de sabedoria. É mais uma brincadeira proposital, que diz o seguinte:
"Tudo que é demais, é muito!"
  
E com o apego não é diferente. Afeiçoar-se a alguma pessoa de maneira exagerada não fará bem, nem a você e nem a outra pessoa.
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Da mesma maneira que apegar-se ao seu carro, sua casa, suas coisas, roupas, ou qualquer item material de maneira incondicional também lhe trará sérios problemas.
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Esse asunto me chamou a atenção esses dias, durante algumas noticias sobre enchentes, tragédias anunciadas e outros fatos de risco à vida, espalhados pelo mundo.
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Algumas pessoas, com a intenção de defender suas posses (provavelmente suas últimas posses) arriscam a própria vida, para não perderem nada. O mais triste é que algumas perdem a vida mesmo, com essa intenção e o resultado final qual é? A pessoa fica sem as coisas e sem a oportunidade de seguir em frente. É o fim.
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Onde quero chegar com essa conversa?
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Quero lhe fazer um convite a reflexão:
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Imagine quem você é (refaça mentalmente sua trajetória até a leitura desse post). De onde vem. Como nasceu. Como cresceu. Dificuldades que passou. Coisas que valorizou ao longo dessa trajetória. Coisas que deixou de valorizar. Pessoas que foram importantes pra você e outras que ainda são. Analise tudo isso.
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Perceba quantas coisas você se apegou de tal maneira, a ponto de sacrificar uma amizade, uma pessoa, uma oportunidade. Quantas ideias você defendeu, mesmo que isso custasse perder o apoio de alguém importante pra você. Quantas pessoas você deixou de considerar, em detrimentos de outas. Quantas coisas você deixou de aproveitar, só por que a coisa mais importante pra você era ter um bem de maior valor financeiro.
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Perceba quantas vezes você se negou doar aquela roupa que você gosta tanto e, embora não a use mais, ela é especial. E esse exemplo serve para objetos, roupas, ideias, pessoas. Sim, pessoas!
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Aquele namoro ou casamento que já terminou e você deseja a pessoa sempre presa a você. Os filhos que crescem. As pessoas queridas que partem para outro plano.
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Quanto mais apegados nos mostramos, mais sofremos. A tranquilidade, a serenidade e a paz só é alcançada quando percebemos que todos os bens, pessoas, e situações conquistados ou vivencidos aqui são apenas meios e jamais serão fins.
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Um automóvel é apenas um meio de nos transportar do ponto A ao ponto B. Apenas isso. Ele não é a razão de nossa existência.
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Uma roupa é apenas um meio de nos proteger e nos "enfeitar". Não é a nossa essência.
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O dinheiro que ganhamos com o nosso trabalho é apenas um meio de suprir nossas necessidades e nos proporcionar conforto. Não é a única coisa que existe no mundo.
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Uma pessoa querida é apenas um meio de nos proporcionar companhia e não a unica razão de nossa felicidade.
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Tudo que temos ao nosso redor é importante e não é errado amar, ter bens, dinheiro. De maneira alguma. Pelo contrário. É nosso direito e saudável.
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Errado é considerarmos tudo isso mais importante do que nós mesmos. Mais importantes que o bem comum. Mais importantes que as amizades que você conquista. Mais importantes que sua própria vida.
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Agora que sabemos que tudo que é demais é muito. Que tal ir naquele ármario, quarto ou despensa onde você guarda um montão de coisas, que você nem sabe mais pra que serve e fazer uma boa ação?
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Presentei um amigo, um parente com  aquela roupa que essa pessoa sempre gostou de ver em você. Procure uma instituição aí mesmo, na sua cidade e leve essas coisas lá! Você fará muita gente feliz e perceberá que quem ficará feliz mesmo, com essa atitude é VOCÊ!
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CARPE DIEM!

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Reclamar ajuda?

Vocês perceberam como adoramos reclamar? De tudo e de todos? Reclamamos de qualquer coisa!
Reclamamos do trânsito que pára, do ônibus que atrasa, do metrô que está cheio, dos preços daquilo que compramos.
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Reclamamos dos nossos amigos, dos nossos familiares, dos nossos colegas de trabalho. Reclamamos dos nossos superiores, na empresa.
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Claro que reclamamos dos governos, da temperatura, do calor, da falta de chuva, do frio, da falta de chuva.
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Reclamamos da falta de compreensão, da falta de amizade, da falta de qualquer coisa.
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Reclamamos! Ufa! Como reclamamos!
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Bem, até aqui eu contei 11vezes o termo "reclamar" (incluindo este aí do lado e o título do post).
Chega, não é mesmo?
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Por que no fundo, essa atitude não adianta muito, ou melhor, muitas vezes de nada adianta ficarmos usando deste artificio para justificar certas situações e atitudes nossas. Isso é um fato!
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Na verdade, essa atitude é uma forma de julgarmos o mundo, as circunstâncias, o outro e a vida.
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E até que se prove o contrário, nós não temos a menor capacidade de julgarmos nada com total sabedoria e imparcialidade.
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Para que possamos fazer um julgamento justo precisariamos conhecer todas as variáveis de uma situação, inclusive as emocionais. Vamos a um exemplo prático:
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Imagine que você está andando pela rua, e de repente você se depara com duas pessoas discutindo. Uma pessoa mais forte que a outra. No momento que você passa ao lado delas, a pessoa mais forte grita grosseiramente com a outra, que nesse momento começa a chorar. Qual é a sua reação ou no minimo pensamento natural?
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- "Nossa! Que pessoa grosseira. Como pode fazer isso a tal pessoa, que se mostra mais frágil e tem menor poder de reação!"
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Ou seja, você toma um dos partidos. Agora pense comigo. Antes disso, você conhecia as duas pessoas? Você sabe exatamente o que originou a ira (injustificável) de uma dessas pessoas? Você sabe o que a primeira pessoa disse ou fez a segunda para que ele respondesse de maneira grosseira? Você sabe qual a história de vida dessas duas pessoas, considerando aqui, formação familiar, cultura, crenças e valores?
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Percebe, como é dificil julgar. Percebe como nos lamentamos sem muita razão, na maioria das vezes?
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E se você, ao invés de reclamar, começasse a buscar dentro de si, algumas respostas. Mudasse suas atitudes em relação as coisas  e pessoas que muito lhe incomodam?
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E pra tudo tem uma solução. Acredite!
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O trânsito está insuportável? Saia mais cedo de casa, tente um caminho alternativo. Vá de carona;

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O ônibus atrasa sempre? Procure pegar um antes, pra que você não chegue atrasado ao seu compromisso.
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Aquela pessoa te incomoda? Reflita sobre o quanto você incomoda alguém. E descubra porque tal pessoa age dessa ou daquela maneira;
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Você acha que seus pais exageram nos cuidados contigo? Converse com eles, demonstre seu amadurecimento com atos e palavras maduras;
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Tudo começa e termina em você! Confie nessa premissa e muita coisa se resolverá e ficar bem mais fácil de conviver, a partir de então.
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Ah! Essa chuva! Com certeza reclamar não fará com que ela pare. Então? Que tal aproveitar e contemplar o que ela pode lhe oferecer!
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CARPE DIEM

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Compartilhando um sonho!

Hoje eu resolvi compartilhar um sonho que tenho com vocês. Escrever na revista "Vida Simples".

É um sonho mesmo! E o que é sonho? É algo que consideramos irreal, fantasioso, inverossímil. Uma utopia.

No sonho podemos ser diferentes, fazer coisas impensáveis no mundo "real".
Ok! Esse é um tipo de sonho.

Tem um outro tipo de sonho. Aquele que projetamos, que traçamos como objetivo mesmo. Aquele que buscamos meios de atingí-lo. De conquistá-lo! E uma vez realizado, a satisfação é imensurável! Impossível de ser medida, com medida de homens!

Ora, se o homem foi a Lua, descobriu que a Terra é redonda, produziu o fogo, inventou a roda, a energia elétrica, o telefone, o avião, o cinema, a internet e inventou rede sociais e meios de acessa-las, acho que não é tão dificil assim eu conseguir escrever um dia na Revista Vida Simples, não acham?

Pois é. Eu aprendi com a vida, que sempre temos que contar com os outros. Com o próximo.
Por isso, hoje eu conto especialmente com você, que gosta desse cantinho aqui. Do "Sempre tem algo acontecendo". 

Se você como eu, acredita em sonhos, escrevam para o Leandro Samartz, redator da Revista Vida Simples e diga que você também quer que esse meu sonho se realize. Convide seus amigos virtuais e reais. Convide seus familiares a criar um movimento de realizar um sonho, de um sonhador.

E como já nos disse Raul Seixas:
"Sonho que se sonha só
É só um sonho que se sonha só
Sonha que se sonha junto
É realidade." 

Vocês me ajudam?

Criem comunidades, convidem amigos de suas redes sociais. Convidem através de código morse, sinais de fumaça, tambores indigenas, rádio amador, celular, msn, twitter e tudo mais!

CARPE DIEM 

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Pequenas reflexões...


Estamos todos aqui, neste Planeta, juntos. Isso é um fato.
Que tal pensarmos sobre pequenas coisas, que podem fazer toda a diferença?
  • Todos nós dependemos um do outro.
  • Egoísmo é quando queremos algo mais para nós, em detrimento dos outros;
  • Orgulho é quando enxergamos apenas as nossas verdades;
  • Ambição é quando almejamos o crescimento, sem desrespeitar o espaço alheio;
  • Ganância é quando queremos qualquer coisa e a qualquer preço;
  • Solidariedade é estar pronto a ajudar o próximo, em momentos e situações difícieis;
  • Fraternidade é amor distribuido de graça;
  • Respeito é o que todos nós mais jovens deveriamos dedicar ao mais velhos;
  • Pais são aqueles que fazem tudo para que trilhemos os melhores caminhos;
  • Filhos, normalmente não compreendem isso em sua totalidade;
  • Os laços que unem pais e filhos são construidos de amor, entrega e cumplicidade e respeito;
  • Casamento é quando duas pessas diferentes se unem e resolvem formar uma terceira pessoa diferente: o casal;
  • O segredo da felicidade de um casamento talvez seja compreender as personalidades e a individualidade dessas "três pessoas";
  • Conselho é algo que nos ofertam gratuitamente e geralmente recebemos de maneira preconceituosa
  • Deveriamos sempre agradecer, por mais ridículo que possa parecer, um conselho ou uma preocupação dedicada por alguém a nossa pessoa!
  • Imagine-se sempre feliz!
  • Entre reclamar e ser feliz, faça sempre a escolha pela segunda opção. Acredite, você sempre terá essa oportunidade;
  • Pense mais no próximo. Visite um Hospital, uma instituição dedicada a crianças carentes, idosos abandonados, portadores de doenças crônicas. Não é muito bom fugir das realidades que nos rodeia;
  • Pense mais no Planeta. Ele precisa de nós. Hoje, mais do que nunca.
  • Aliás, tudo anda muito descartável (até colher de mexer café é descartável!). Estamos muito preguiçosos.
  • Somos da geração do descarte. E descartamos inclusive pessoas e sentimentos!
  • Esteja de bem consigo. Você não é perfeito. Aliás, ninguém é perfeito.
  • A Terra vive uma transformação muito grande. Nos tornaremos mais solidários, amorosos e caridosos. Estamos evoluindo!
  • Acreditem em algo. Nem que seja em você mesmo!
CARPE DIEM!
Bom estar de volta!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Sempre Acontecendo!



O "sempre tem algo acontecendo" está de endereço novo!
A ideia foi desvincular do nome do autor do Blog e dar maior personalidade ao blog , que agora atende pelo URL http://sempreacontecendo.blogspot.com/.
Espero que todos gostem da mudança e apareçam sempre por aqui!
É sempre um prazer recebê-los!
Todos!
Carpe Diem!

domingo, 9 de agosto de 2009

Ser Pai!

Dizem que ser mãe é padecer no paraíso
Ser pai, talvez seja buscar o paraíso
Ser pai é mudar de ritmo
É entrar no ritmo
Ser pai é ensinar a voar
É ser a outra asa dos filhos
Ser pai é sentar no chão e perder-se entre brinquedos
É compartilhar segredos
É ser provedor, amigo e conselheiro
É ser silencioso
Pai é aquele que percebe e respeita
Que sempre tem um colo
Que o filho se deita
É contador de histórias
De memórias
Pai indica o caminho
Segue ao lado, de mansinho
Ser pai é deixar que o filho cresça
E apareça
Ser pai é referência de vida
É alegria divina recebida!
...
Para todos os pais que sempre acontecem por aqui.
CARPE DIEM!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Ninguém tropeça em montanha

Essa é uma frase bem verdadeira. Ninguém tropeça em montanha. O grande desafio é desviar das pequenas pedras do caminho. Ou seja, a vida é feita de pequenas e sucessivas açoes. De pequenos desafios. De breves instantes. E quando percebemos, passamos uma vida inteira, nos perdendo em situações banais.
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Eu vos convido a lembrar dos momentos cruciais de sua existência. Aqueles em que você contava que tudo daria certo e que as coisas sairiam do seu jeito. Pois é! Justamente nessa hora, algo aconteceu e você simplesmente colocou tudo a perder.
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Isso acontece com as relações, quando descuidamos delas. Quando paramos de falar para o pai, para o irmão, a esposa, o marido, o filho, o amigo o quanto eles são importantes. O quanto aquela ajuda miúda foi fundamental para aquela conquista. E vamos olvidando-nos de lapidar os nossos sentimentos. Culpamos a pressa. Esperamos que outro adivinhe que estamos felizes e por aí vai!
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Isso acontece com os nossos sonhos. Quando deixamos de cuidar deles, com carinho e dedicação. Quando escondemos sua essência bem lá no fundo de nossa mente. E o sonho se transforma numa fumaça, numa sensação distante. Lá adiante, quando mais velhos, lembraremos dele e nos perguntaremos, por que será que o deixei tão escondido? Por onde andei, no tempo eu que eu sonhava?
...
Isso acontece com a nossa missão de vida. Esquecemos completamente o que nos trouxe até aqui, nesse Planeta, chamado Terra. Por que afinal nascemos justamente neste país, neste lugar e ao lado dessas pessoas todas que nos rodeia? Qual o real significado de minha existência aqui? Preferimos acreditar que basta viver um dia por vez e pronto. O destino se encarrega do resto! Ledo engano!
...
Acredite mais em você. Reconheça-se e comece a observar em volta. O sol que nasce todos os dias, a chuva que vai, a flor que brota e desabrocha. A arvore que troca a folhagem. O pássaro que voa. A mulher que sorri. A criança que brinca. A pessoa que passa. O pai que aconselha. A mãe que te dá colo. A lua lá no céu. As estrela...
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É. Sempre tem uma coisa bem pequenina, não menos importante que as grandes, que pode fazer toda diferença no seu viver!
...
Sorria! Eu sei...É só um detalhe!
...
Carpe diem
...
Sempre tem algo acontecendo! Acredite!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Compartilhar decisões (ou chega de erros solitários)

Tem uma música do Belchior, chamada Comentário a respeito de John, que fala assim:
"Saia do meu caminho
eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decida a minha vida"
Muitas vezes agimos assim na prática. Deixamos de compartilhar nossos problemas, nossas ideias, nossas decisões, com pessoas queridas, com aqueles grandes amigos, que sempre estão ao nosso lado. E quais as verdadeiras consequencias dessa atitude, de fechar-se em si mesmo?

Perder-se pelo caminho, certamente é uma delas. Pior ainda, perder-se nos erros. Se a vida pode ser considerada uma escola, os erros provavelmente são os grandes mestres, dessa jornada terrena. Pensamos que devemos aprender apenas com os nossos erros. Jamais com os erros alheios. E mais, duvidamos que podemos errar, tanto quanto aquela outra pessoa, que muitas vezes, quer o nosso bem.

E quanto mais jovens nós somos, mais acreditamos na nossa "certeza". Dessa maneira, erramos mais, sofremos mais, perdemos mais. E se temos certezas de sobra, nos falta ouvidos de ouvir.

Seria tão bom se, nessa fase da vida, tivéssemos a capacidade de acreditar no que as pessoas mais experientes nos dizem, não é mesmo? Que nada! Fazemos justamente o contrário. Fechamos os nossos ouvidos e tomamos decisões solitárias. E se existe alguma certeza, que sempre deveríamos ter, essa seria a de que erraremos muito e repetidamente, todas as vezes que agirmos, sem base alguma para tal.

Todo erro é reparável. Ainda bem! Porém tem alguns, que nos custam muito, esses tais reparos.

Certamente, cada um de nós, temos lá nossa fase de decidir por conta própria, ignorando os sinais que a vida nos dá, os exemplos de outros e os conselhos daqueles que nos amam. As perdas são só nossas. E, se a cada tombo, insistimos em tropeçar de novo, nas mesmas pedras, uma hora nos cansaremos desse padrão de comportamento.

O mais incrível é que chega um momento em que olhamos para trás e refletimos sobre esses erros tolos e lembramos de quantas pessoas estiveram ao nosso lado, amparando-os, ensinando-os e torcendo para nosso sucesso. Nesta hora, fica claro, que teria sido muito melhor ter ouvido, ter compartilhado tantas decisões, que tolamente tomamos sozinhos.

Alguma coisa deve estar acontecendo aí, neste momento.

Alguma decisão precisa ser tomada. E que tal, a partir de hoje, você confiar um pouco mais no próximo e compartilhar o que tanto quer? O quanto será agradável, saber que sempre pode contar com aquela pessoa, que lhe ama tanto?

Melhor ainda é peceber, nesta pessoa, as experiências acumuladas e o quanto ela poderá acrescentar na sua jornada. Esse é o papel daqueles que viveram mais do que nós. Ensinar-nos!'

É... A vida é uma escola... Está na hora de você escolher melhor, os seus professores. Os erros são bons, só que existem outros professores e melhores!

É isso aí! Hora de compartilhar e parar de encontrar desculpas, para os erros frequentes.

Carpe Diem!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Amizade Sincera

Como diria Renato Teixeira, em uma de suas letras, "A amizade sincera é um santo remédio, é um abrigo seguro". E a amizade é exatamente isto.
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Ela bem pode ser um remédio para nossas angústias e dores, bem como um abrigo seguro para nossas inseguranças. E vamos combinar, quem já não recorreu a um grande amigo ou não serviu de ombro "amigo" para alguém?
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E amizade é exatamente isto: Compartilhar ideias, alegrias, tristezas, histórias e tantas outras coisas. Aquele que tem dificuldade de compartilhar algo, dificilmente será um grande amigo. Por que a amizade é generosa e jamais espera algo em troca.
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Quantas vezes fomos injustos com algum amigo? E mesmo assim ele continuou sendo o nosso grande amigo. No fundo ele sabe, que tudo passa, menos o laço que os une.
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Nosso melhor amigo, pode ser o pai, a mãe, um irmão, um tio, a esposa, o marido, uma pessoa que conhecemos ao longo da vida. Não importa qual o grau de parentesto ou a falta dele. Amigo é escolhido por uma razão especial.
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Amigo está sempre disponível e disposto. Por que quando estamos disponíveis estamos sempre prontos para plantar e colher uma grande amizade. A disposição nos faz superar diferenças e buscarmos o consenso.
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Ouvimos as melhores coisas dos amigos. Mesmo que as palavras não sejam tão doces como gostarímos. Elas sempre soam familiar. Concordando ou não, sempre ouvimos um amigo. Consideramos. Afinal, no fundo um amigo sabe bem o que diz e pra quem diz.
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Sensibilidade é qualidade rara. E de amigo!
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O dia do amigo nem é tão popular assim. Nem feriado é! Poderia ser. Afinal, tem feriado pra tanta coisa. não é mesmo? Acho que os amigos mereceriam um dia sem expediente, apenas para aproveitarem as presenças uns dos outros.
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Amigos podem ser boêmios ou recatados. Tímidos ou totalmente desinibidos. Eles sempre têm algo em comum: A complementaridade. Percebam bem, seus amigos e responda aqui, entre nós, eles não complementam muitas coisas que em você falta?
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Se você é desajeitado no seu visual, lá está uma amiga ou amigo, pra dar aquela força. Se é tímido na conquista, lá está ele ou ela, pra te estimular. Naqueles dias de baixo astral, sempre tem um amigo pra injetar aquela dose cavalar de ânimo!
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É isso mesmo! Agradeça sempre aos seus amigos, por existirem na sua vida. E melhor: SEJA AMIGO!
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E a amizade chega de mansinho. Ela vai acontecendo, enquanto estamos ocupados diante do computador, no trabalho, na balada, na nossa solidão ou egoísmo. Muitas vezes, tornamo-nos cegos de olhos abertos e nem percebemos bem do nosso lado, um amigo surgindo.
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E como aqui, sempre tem algo acontecendo, aproveito para abraçar meus amigos reais, virtuais, imaginários, desta e da outra vida e com grande carinho desejo que uma amizade sincera sempre faça parte de vossas vidas!
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Por que velhos amigos quando se encontram trocam notícias e recordações.
Bebem cerveja no bar de costume e cantam em voz rouca, antigas canções.
Velhos amigos quase nunca se perdem, se guardam pra certas ocasiões!
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CARPE DIEM!


domingo, 19 de julho de 2009

Grande Encontro

Eu e o Bia, nos conhecemos desde sempre. E embora amigos de longa data e de grande afinidade, nunca visitamos a casa um do outro. Eu acho bem curioso, como as relações funcionam. E deixamo-nos levar pela correria do dia-a-dia. E tornamo-nos desleixados com as amizades que conquistamos pelo caminho.
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O Bia é excelente blogueiro, escritor, jornalista e bom entendedor de cinema. Na verdade esse foi o assunto que nos aproximou, há muito tempo. Nossos trabalho acabou sendo o mote dessa amizade cinematográfica. Um roteiro cheio de desencontros e reencontros. E a verdade é que sempre acabávamos ou procurando ou sendo procurado pelo outro.
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Devo ao Bia estar por aqui, na blogosfera, produzindo humildemente meus textos sobre o cotidiano. Sou grato pelo estímulo e pelas palavras amigas que sempre me dirigiu.
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E finalmente firmamos uma visita oficial e o ponto de encontro foi a casa acolhedora de Bia e sua bela família. Galera do bem. Karen doce e receptiva, dedicada aos convidados (É tão bom ser bem recebido!). Dudu, guerreiro e paciente com a molecada. Lia, uma figura à parte! E conheci pessoalmente uma companheira da escrita, a quem acompanho há um tempo: Belle, a Polenta.
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Churrasco bom, papo melhor ainda e cerveja gelada. E tudo vira assunto, quando as pessoas estão dispostas. Eu so fã da palavra disposição. Afinal, ela determina o quanto nos empenhamos para que algo aconteça e dê certo. E naquele dia estávamos todos dispostos.
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Dispostos a conhecer novas pessoas, ouvir novas histórias e contar outras. Dispostos a rir e a até a polemizar. Amizade é isso.
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E com essa disposição conheci outro grande escritor desse mundo virtual, Fábio Shiraga (Shira). Um moço antenado e com um blog cheio de qualidades. Muito bom acompanhá-lo. Melhor ainda conhece-lo pessoalmente. Afinal, trata-se de um moço muito bem informado e antenado.
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Me senti honrado em estar entre tantas pessoas boas no que fazem. Eu ainda estou engatinhando nesse mundo virtual. Uma hora, eu chego lá!
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Olhando essa galera toda feliz, eu descubri que esse encontro demorou muito pra acontecer. O próximo está marcado e com certeza vamos repetir a dose muitas vezes! Ou lá, na terra de Bia ou aqui, em minha terra.
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E vamos nós! No fundo a gente sabe, que enquanto perdemos tempo com algumas coisas desimportantes, sempre tem e terá algo acontecendo, bem do nosso lado.
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Pode ser um encontro de amigos.
Pode ser uma chuva, numa tarde ensolarada.
Pode ser um arco-iris depois dessa chuva.
Pode ser aquilo que você se permitir a perceber.
...
Ah! O churrasco estava ótimo. A companhia melhor ainda. Sem contar que tinha um molho especial, receita de Belle e Karen, que nem vou comentar aqui!
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CARPE DIEM!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Viagens inesperadas

Outro dia estava falando sobre as viagens inesperadas e de como elas podem nos fazer bem. Simplesmente deixar-se levar. Que os nossos pés nos levem para os caminhos indicados pelo coração.

Refletindo sobre tudo isso e com uma vontade danada de colocar os pés na estrada, resolvi numa sexta-feira qualquer, fazer uma viagem inesperada. Apenas para sentir o clima de novas pessoas, novas paragens. Poderia ter escolhido um passeio ecológico ou cheio de aventuras, porém acabei optando por um turismo bem incomum, pelo menos para mim. Uma viagem urbana. Para uma metrópole.

Trocaria a minha por outra. De outro Estado. E a cidade escolhida, não a esmo, foi Belo Horizonte, onde mora um grande amigo meu e que há muito me convidava pra conhecer os encantos da capital mineira. Conversa vai e conversa vem, uma hora antes do ônibus partir decido realmente viajar.

Mochila feita e nas costas, direto para a rodoviária de minha cidade. Como a viagem era inesperada e tinha como intenção provar do novo, nada melhor que ir de ônibus. Virar um cidadão integrado, usufruir do transporte público e como diria os versos de Rômulo Paes sobre uma das esquinas famosas de BH, "subir Bahia e descer Floresta" a pé, sentindo-os firmes no chão, como se fôssemos árvores andantes, numa cidade cheia de graça e poesia.

Devo dizer que desde o início tudo foi improvisado, a medida que as ideias vinham, acompanhado do grande amigo, que servia como guia, numa cidade gigante, ia me deliciando com a beleza urbana de Belo Horizonte. Belas construções, praças gigantes arborizadas e limpas, largas avenidas, enfim, elementos comuns nas grandes metrópoles.

O sol sempre nos acompanhava e um dos pontos que me encantou nessa descoberta urbana foi passear no mercado municipal, com seu movimento contínuo, pessoas que falam ao mesmo tempo, bares antigos e simples, sempre lotados de bebedores matinais e vespertinos. Pessoas sempre alegres. O Mercado Central tem essa mágica qualidade de deixar as pessoas felizes. Eu creio que deve ser por causa do aconchego, da superlotação. Gente gosta de gente e ultimamente andamos tão isolados em prédios, condomínios e empresas, que quando temos a chance do convívio, esbaldamo-nos.

Outra coisa positiva dessas viagens é a beleza de conhecer novas pessoas. E claro que acabei conhecendo pessoas excelentes, boas companhias com aquele jeito característico do mineiro de receber. Dei muita risada compartilhada, conversei, conheci, me permiti conviver. Esse talvez seja um bom conselho pra dar, "permita-se conviver" sempre que lhe for possível.
Claro que foram muitos papos regados a cervejas geladas. De vez em quando uma boa cachaça mineira. Um trago, pra esquentar. E quando a prosa é boa e a cerveja está no ponto, o tempo voa! E no voo do tempo reaprendemos a dialogar de maneira leve. Sem compromisso. Apenas uma conversa amena. Cultura, pessoas, viagens e versos. Prosa também! E até teatro!
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E o acaso é tão bom que nos presenteou com uma apresentação gratuita do Grupo Galpão, tradicional e competente, lá da Geraes. O espetáculo Till, a saga de um herói torto, encenada numa Praça do Papa lotada e empolgada com o trabalho dos atores no palco dava graça àquela noite de domingo pra lá de especial. Pois é! Valeu mesmo estar ali, bem naquele final de semana!
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Como é mágico assistir a uma peça assim, no meio de uma praça, com pessoas com olhos atentos, riso solto quando da graça e atores integrados ao povo. É isso! O Teatro é do povo! Deveria ser sempre assim! Valeu, Galpão!
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E cidade grande é isso. São imagens importantes da história e construções graciosas. Entre praças, igrejas, soldado e cidadãos anônimos, vamos nos perdendo e nos encontrando. E a vida é exatamente isto! Um eterno perder-se e encontrar-se!
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Aqui, agradeço a Belo Horizonte, à sua graça, as pessoas que interagi, lá no mercado municipal, feira de artesanato, nos bares e aos meus amigos, novos e antigos. De longa data, escolhidos ou aqueles que me foram presenteados pelo acaso.
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E sugiro um brinde: Ao acaso e ao inesperado!
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Pois é. Sempre tem algo acontecendo. Aqui e na Geraes!
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E que tal você deixar a vida, pelo menos de vez em quando, conduzir teus passos? Deixe-se guiar pelo vento. Pela novidade. Pelo inesperado. E nem precisa ir pra tão longe. Sabe aquele bairro famoso ou gracioso de sua cidade? Sabe aquela cidadezinha pertinho aí da sua, que dizem que é um encanto? Então! Vai lá!
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Depois nos conta! Que muitas coisas inesperadas e boas aconteçam pra você!
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