
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Criança é tudo de bom!

terça-feira, 25 de novembro de 2008
Velhos amigos
A amizade é algo muito mágico. Como é bom reencontrar amigo. Amigo de verdade! 

Por isso que sempre digo: "O bom da vida é ter amigos. É ser amigo."
domingo, 23 de novembro de 2008
Amora

terça-feira, 18 de novembro de 2008
Equilíbrio
Equilibrar-se numa corda bamba...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Água de Cachoeira
Você é como água de cachoeira sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Viver (ou problemas são o máximo!...)
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Podem voar que sou a outra asa de vocês...
Voar...voar! Liberdade...Existem muitas formas de amar nesta vida. Amor de pais para com seus filhos. De filho para com seus pais. Amor de casal. Amor entre irmãos. Entre amigos! Amor solidário. E tantas outras formas de amar que existem neste e em tantos mundos!
E a única coisa que é comum nestes amores é um quesito básico: Liberdade. O amor jamais aprisiona. Jamais julga. O amor não pode e nem deve ser mesquinho. Amar é entender que o outro é um e que você é outro e quando o um se encontra no outro, tudo se mistura numa perfeita alquimia.
E assim são feitos os relacionamentos: De misturas! Infinitas combinações. Tipo aquelas onde o seu melhor amigo é exatamente o seu oposto! Onde o seu irmão é de um jeito e você é completamente diferente! E ainda assim existirá o amor! E caso ele exista mesmo. anote aí: É o verdadeiro!
E quando amamos, desejamos o melhor para o outro. Esperamos que ele realize seus sonhos. Que ele seja o máximo. Eu adoro amar. Até tomo alguns cuidados. Por que quando amamos demais o outro, esquecemos de amar uma pessoa importantissima para nós: "Nós mesmos!"
E por amor, abraço minha família, meus amigos, minha companheira de jornada, minha filharada, aqueles que precisam muitas vezes, apenas de um abraço.
Quem ama escuta.
Escuta e procura as melhores palavras para aquele que as busca. E amando a gente torce para que aquele sonho (sabe, aquele?) se realize e espera estar junto pra comemorar e falar com carinho: Puxa! Eu estive contigo esse tempo todo, torcendo por isso! Olha teu sonho aí! Materializado.
Um dia ouvi dizer que família a gente não escolhe, aceita (só por que somos irmãos de alguém, somos obrigados a amá- lo?); e que, muitas vezes, amigos são mais importantes que a nossa família. Sinto discordar de um absurdo desse. Nossa família, escolhemos sim.
No exato momento que somos fecundados. Queríamos estar alí, com aquele papai e aquela mamãe e com todos aqueles que fazem parte do círculo deles. E realmente não somos obrigados a amar. Até por que amor não é uma obrigação. É uma dádiva, onde quanto mais amamos, mais temos amor pra distribuir. Amor não se gasta, ele se multiplica em si mesmo! Ah! Amigos são importantes mesmo. Nem mais e nem menos que nossa família. São importantes de uma maneira diferente apenas.
E por isso que hoje digo para aqueles que amo, que confiam em mim, que estão ao meu lado, seja por laços familiares, de amizade, de companheirismo. Para todos vocês e especialmente para uma pessoa que hoje tem tantos vôos à realizar, tantas dúvidas, tantos sonhos, tanta beleza e tanta coragem:
"- Podem voar, que eu sou a outra asa de vocês!" (trecho da música João e Duvê, de Maciel Melo, para os fihos de Xangai)
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Fazer brinquedos (ou como se divertir com quase nada...)
Eu sou do tempo do "interagir" que é bem diferente dos tempos atuais, da "interatividade". Enquanto o primeiro é a maneira como duas ou mais pessoas se "entendem" e se "entrosam" a segunda definição tem a ver com a comunicação "homem e máquina (tecnologia)". Ou seja quanto maior a interação, mais produtivo serão os relacionamntos humanos e quanto maior a interatividade, mais fácil será o "entrosamento" entre homem e máquina, consequentemente, tornar-se-á mais agradável ficar horas em frente uma máquina, jogando, conversando, etc.
As das coisas são importantes. O "x" da questão é que hoje se investe muito mais em melhorar continuamente a "interatividade" e aos poucos, deixamos de lado o mais importante, para nós, seres humanos: investir em aprimorar a "interação"
E afinal, o que isso tem a ver com brincadeiras que precisam de nada ou quase nada? Respondendo: Tem tudo a ver. Tem muito a ver.
Cresci entre poesias, poetas repentistas, jogos de tabuleiros, brincadeiras na rua de casa, estudos em bibliotecas e nas casas dos amigos. E nesse universo todo, o que mais existia era interação!
E criavámos jogos e mais jogos. Sabe o que precisávamos muitas vezes para nos divertir? Uma pedaço de papelão, umas tampas de garrafas, uns botões de roupas (que "emprestava" de minha mãe costureira), caneta e imaginação.
Eu fazia em casa, praticamente todos os jogos que gostávamos: jogo de damas, trilha, jogo da onça ou adugo (esse que está desenhado aí em cima), corridas com dados e castigos e bônus. (consistia numa grande cobra desenhada num papelão ou cartolina, quando tinha um trocado, com casas numeradas. Ou seja, uma pista numerada).
Um dos meus grandes parceiros de jogos, quando criança foi meu pai. Convivi pouco com ele (até meus 16 anos). Nesses momentos ele estava lá. E nos divertíamos por horas e horas! Riamos até! Ele adorava me enganar nos jogos. De provocação. Não era lá bom perdedor. No fim a gente se divertia mais das "estratégias de enrolação" do que do jogo propriamente dito.
Tinha as brincadeiras de correr (pega-pega, "mão na mula", "morto vivo", siga o mestre, polícia e ladrão, pular corda, futebol de rua). Aja energia pra tanta bagunça!
Jogávamos também bafo, dominó, xadrez, joquei-pow, palitinhos e tantas coisas que nem me lembro agora.
E era tão bom fazer os jogos e os tabuleiros. Criar os tabuleiros. Muitas vezes demorava tanto na tarefa de criar algo novo que já virava a diversão propriamente dita!
Quantas vezes, na casa de amigos, resolviamos brincar de algo e se faltava, logo diziam: Samuca, faz um jogo pra nós aí!. E pegava um pedaço de papel qualquer, pegava pedra ou o que tinha pela frente e criava as peças do jogo. Pronto! Todos se divertiam!
Hoje eu me lembro bastante deste tempo. Continuo criando meus jogos, acredita? Agora sou parceiro dos meus filhos. Que ainda gostam de minhas invenções, minhas pistas malucas e meus dados engraçados. E enquanto eu conseguir cultivar a interação, sobrepondo-se a interatividade, estou feliz! Meus filhos não gostam tanto assim de jogos eletrônicos e nem de internet. Usam-na, claro. Agora entre uma boa brincadeira entre nós e uma bate-papo virtual, ainda escolhem as brincadeiras! Eba!
E você já inventou algum jogo? Que tal abrir mal da interatividade por um tempo e arriscar-se a interagir mais? Com seus amigos, filhos, marido, esposa, irmãos, pais. Com todo mundo!
Ah! Ficou curioso(a) pra saber o que é jogo da onça?
Visites esses blogs:
http://tudamente.blogspot.com/2008/02/adugo-ou-jogo-da-ona.html ou http://ursasentada.blogspot.com/2006_06_01_archive.html
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Abraço (...ou coisas que deveríamos praticar sempre!)

E por falar em abraço, pare de passar vontade. Abrace mesmo! De verdade. Fará bem pra você e para a pessoa abraçada.CARPE DIEM!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Escrever é vestir os pensamentos

...
...VII
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Se for pra falar de amor...

quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Prosear...
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A magia do Rio...(ou o primeiro Presidente marrom dos EUA)
E enquanto escrevo, temos um novo presidente nos EUA. Outro acontecimento maravilhoso. Muito mais pelo seu simbolismo do que pela biografia e propostas do eleito. O primeiro presidente negro (que ele se define como marrom em sua biografia) dos Estados Unidos. 