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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Quando o novo bate à sua porta

Toc! Toc!

- Quem é? – pergunta você, curioso!

- É o novo, querendo entrar! – Responde uma voz que vem lá de fora

- Seja bem vindo! – Responde você , com certo medo

A vida é assim. Quando você menos espera, o novo bate à sua porta. Você fica naquele misto de deixo ou não deixo entrar. O que será que vem junto com o novo? 

Desafios, riscos, alegrias, incertezas e uma boa dose de medo. Um turbilhão de sensações o acompanha com a chegada do novo. O melhor mesmo é estarmos sempre preparados. Quando estamos acomodados, devidamente relaxados em nossa rotina, sentimo-nos seguro. Afinal, basta fazer o que sempre fizemos, estar onde sempre estivemos e pronto. Nada de mal nos acontecerá. Correto?

Ledo engano. Paradigmas nos cegam. Hábitos envelhecidos nos levam juntos e quando menos percebemos, ficamos para trás. 

“Então, tenho que mudar a toda hora?” - Me pergunta você. 

“Quando necessário, sim!” - Respondo eu.

“E quando eu devo atender ao chamado do novo. Quando devo abrir a porta?”  - Me pergunta mais uma vez.

“Quando você sentir que está pronto. Interessante que você nunca saberá. Porém, sempre sentirá” - Respondo finalmente.

Evite que o medo lhe domine. Que a mesmice lhe deixe acomodado e que a vida passe ao seu lado, sem que você embarque de cabeça, nela.

O novo bateu à minha porta. Eu abri. Seguro totalmente? Claro que não! E isso é muito bom! Segurança demais, atrapalha.

Que o novo seja sempre bem recebido por cada um de vocês!

CARPE DIEM

domingo, 15 de agosto de 2010

Como seria...(perguntas ao passado)

  • Você já parou para se perguntar como algumas coisas seriam na sua vida?
  • E se ao invés de ter cursado uma faculdade que tinha mais mercado, você tivesse seguido os seus sonhos?
  • Imaginou se naquele final de expediente, ao invés de calar-se, você resolvesse dizer o que sentia e sim, avisar aquele chefe que, quem nem não serve pra você é a empresa dele e não o contrário.
  • Como seria se você tivesse feito aquela viagem, adiada até hoje?
  • Você poderia ter tomado um banho de cachoeira, ao invés de ter medo da água fria...
  • Poderia ter andado de bicicleta, ao invés de ter medo de cair...
  • Você já pensou na prática, em colocar no papel aquela poesia toda, que vive aí dentro
  • Como seria se você tivesse aprendido a compartilhar o que sente, ao invés de ser uma fortaleza
  • Seria bom trocar um pouco de tanta objetividade da vida atual, por uma boa dose de ócio criativo
  • Você poderia sentir seus pés no chão fresco, ao invés de se preocupar com possíveis doenças e bactérias
  • Pensar que você poderia aproveitar mais das palavras ditas por seu pai e sua mãe, quando ainda eles existiam e você insistia em ignorá-los
  • Sim, imagine agora, você podendo dizer aquilo que sente, sem medo de fazer papel de ridículo, sem medo de um não da outra pessoa.
  • Imagine os beijos que você economizou, por falta de tempo ou por medo.
  • As pessoas que você se privou de conhecer, por preguiça ou por uma primeira má impressão. 
  • As palavras que você sufocou, por esperar o momento certo
  • Imagine o dinheiro acumulado, às custas de sonhos e realizações que ficaram para trás.Valeu à pena?
  • Como seria se você, ao invés de ter que manter um padrão de vida, uma aparência, pudesse ser quem você sempre foi. Simples, de roupas simples, viver com o básico, sem que ninguém o julgasse inferior.
  • Imagine que você nem fosse obrigado a sustentar uma aparência? Se você pudesse separar o SER do TER.
  • Imagine você viver a sua verdade. Não a dos outros. Não aquela propagada pelo publicidade, pelos filmes, novelas e tantos manipuladores de pessoas.
  • Imagine que você tivesse outras opções?
  • Imaginou tudo isso acima? Algumas coisas? Não importa! 
  • Agora o que importa mesmo é que sempre podemos Recomeçar
  • E tudo é possível. Tudo. Basta querer.
  • Passado. Presente. Futuro. 
"O impossível só existe para aquele que crê na impossibilidade." (Pearl Buck)
"Ninguém o avisou que não podia. Ele foi lá e fez!"

CARPE DIEM

sábado, 19 de setembro de 2009

Encruzilhada


A hora da decisão. Mais de um caminho à sua disposição. Ambos incertos. Medo e insegurança lado à lado com a vontade de dar um passo na direção correta. E qual será a direção correta?

Você já se sentiu assim algumas vezes? Aquela sensação estranha, um frio na barriga, o sono que não chega, os pensamentos que cismam em acumular-se desordenadamente em sua cabeça. E as perguntas clássicas:
"E se acontecer isso?"; e "se acontecer aquilo?"; e "se eu me arrepender?"; e "se as coisas não forem como nos foi falado?"; e se...

Inúmeros "ses" habitam o nosso íntimo. Agora, pensando mais friamente, viver é um sucessão de "suposições". Acompanhem comigo.

Hoje você acordou cedo ou um pouco mais tarde, não importa. Quem de vocês tinha plena certeza de que tudo que aconteceu até o momento em que leu este post, aconteceria da forma que aconteceu mesmo?

Alguma coisa mudou de ordem? Algum compromisso atrasou ou adiantou-se? Todas as pessoas estavam com o humor que você esperava? O dia, a temperatura, o trânsito, tudo como você havia previsto e considerado? O restaurente que você almoça. A mesa que você se sentou, foi a que pensou que seria? O garçom falou as opções que desejava, sorriu como gostaria, atendeu como deveria...tantas perguntas...não é mesmo?

Logo, a vida é uma sucessão de encruzilhadas. E só decidimos quando estamos no ponto do cruzamento. Afinal, só podemos escolher uma direção diferente, quando temos outra opção. Enquanto seguimos em linha reta, na previsibilidade, tudo seguirá seu curso normal.

Hoje eu percebo, que as encruzilhadas são nossas aliadas de crescimento. É bom ter que escolher. É sabermos que "para se ganhar algo, teremos que abrir mão de algo também". É fato!.

Pra que eu esteja escrevendo neste momento, este post, eu tive que abrir mão de terminar algum projeto ou  de redigir algum e-mail. Uma encruzilhada. E escolhi o caminho de postar este texto!

Você escolheu entrar aqui e ler o que eu tinha pra lhe dizer. Certamente abriu mão de alguma coisa do seu cotidiano.

O que faz o caminho escolhido ser o melhor é a satisfação que ele nos proporciona. As alegrias advindas da escolha. O crescimento.

Estou feliz por ter escolhido escrever aqui. Estou feliz em dividir com vocês que hoje estou em mais uma encruzilhada de minha vida. Estou prestes a dar um passo em direção a algum caminho (sim, isso é importante! Afinal o pior e você ficar parado eternamente diante dos caminhos, sem coragem de optar ir ou não por ali ou por aqui). Meus olhos, meus pés estão preparados.

Aos poucos estou preparando o meu coração, minha mente e todo o meu sistema, para entrarem num acordo e me guiarem rumo à minha escolha.

Eu só quero ser feliz, fazendo outras pessoas felizes, com minha escolha!

CARPE DIEM!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Compartilhar decisões (ou chega de erros solitários)

Tem uma música do Belchior, chamada Comentário a respeito de John, que fala assim:
"Saia do meu caminho
eu prefiro andar sozinho
Deixem que eu decida a minha vida"
Muitas vezes agimos assim na prática. Deixamos de compartilhar nossos problemas, nossas ideias, nossas decisões, com pessoas queridas, com aqueles grandes amigos, que sempre estão ao nosso lado. E quais as verdadeiras consequencias dessa atitude, de fechar-se em si mesmo?

Perder-se pelo caminho, certamente é uma delas. Pior ainda, perder-se nos erros. Se a vida pode ser considerada uma escola, os erros provavelmente são os grandes mestres, dessa jornada terrena. Pensamos que devemos aprender apenas com os nossos erros. Jamais com os erros alheios. E mais, duvidamos que podemos errar, tanto quanto aquela outra pessoa, que muitas vezes, quer o nosso bem.

E quanto mais jovens nós somos, mais acreditamos na nossa "certeza". Dessa maneira, erramos mais, sofremos mais, perdemos mais. E se temos certezas de sobra, nos falta ouvidos de ouvir.

Seria tão bom se, nessa fase da vida, tivéssemos a capacidade de acreditar no que as pessoas mais experientes nos dizem, não é mesmo? Que nada! Fazemos justamente o contrário. Fechamos os nossos ouvidos e tomamos decisões solitárias. E se existe alguma certeza, que sempre deveríamos ter, essa seria a de que erraremos muito e repetidamente, todas as vezes que agirmos, sem base alguma para tal.

Todo erro é reparável. Ainda bem! Porém tem alguns, que nos custam muito, esses tais reparos.

Certamente, cada um de nós, temos lá nossa fase de decidir por conta própria, ignorando os sinais que a vida nos dá, os exemplos de outros e os conselhos daqueles que nos amam. As perdas são só nossas. E, se a cada tombo, insistimos em tropeçar de novo, nas mesmas pedras, uma hora nos cansaremos desse padrão de comportamento.

O mais incrível é que chega um momento em que olhamos para trás e refletimos sobre esses erros tolos e lembramos de quantas pessoas estiveram ao nosso lado, amparando-os, ensinando-os e torcendo para nosso sucesso. Nesta hora, fica claro, que teria sido muito melhor ter ouvido, ter compartilhado tantas decisões, que tolamente tomamos sozinhos.

Alguma coisa deve estar acontecendo aí, neste momento.

Alguma decisão precisa ser tomada. E que tal, a partir de hoje, você confiar um pouco mais no próximo e compartilhar o que tanto quer? O quanto será agradável, saber que sempre pode contar com aquela pessoa, que lhe ama tanto?

Melhor ainda é peceber, nesta pessoa, as experiências acumuladas e o quanto ela poderá acrescentar na sua jornada. Esse é o papel daqueles que viveram mais do que nós. Ensinar-nos!'

É... A vida é uma escola... Está na hora de você escolher melhor, os seus professores. Os erros são bons, só que existem outros professores e melhores!

É isso aí! Hora de compartilhar e parar de encontrar desculpas, para os erros frequentes.

Carpe Diem!
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