Agora, não importa qual foi a sua atitude.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Que venha 2009!
Agora, não importa qual foi a sua atitude.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Arquitetando sonhos....

Aprenda a voar...

Aprender a voar com as próprias asas é muito mais que uma metáfora.
É um conselho sábio.
Aprender a cuidar da própria vida.
Ser responsável por seus atos e percalços.
Chega um momento, em nossas vidas, em que uma voz sussura ao seu ouvido:
"Voa! Agora é contigo!"
E sentimo-nos como pássaros filhotes, soltos pela mãe águia, do alto de um pico, pronto a despencar, espatifar-se no chão. Aí, o milagre acontece! O movimento das asas, o sincronismo, o vôo desajeitado no início.
Em seguida, a sensação de liberdade!
A vida é a nossa mãe águia.
Uma hora, cedo ou tarde, ela nos pega em seus braços, nos leva a um pico, bem alto, e nos solta!
E nós voamos! Nós voamos!
Liberdade!
Tem uma música do Edvaldo Santana, chamada Zensider, interpretada pela Titane, cantora maravilhosa, lá das Geraes, que fala assim:
Aprenda a costurar
As suas próprias roupas
Quando as flores
Forem poucas
Quando a brisa do inverno
Varrer sua casa
Aprenda a voar
Com as suas próprias asas
Em caso de cansaço
Sente-se
Como um tigre
Imóvel
Ao relento
Atento
Ao soprar do vento
Pode ser
Aconteça
Uma flor de lótus
Floresça
Na lama dos seus olhos
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Sonho que se sonha só...

CARPE DIEM
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Gentileza gera gentileza..
- Desejar um bom dia para um vizinho, que acabamos de encontrar, no elevador, nas escadas do prédio, na saída do portão de casa ao invés de ignorá-lo, como se tratasse de mais um objeto na paisagem;
- Abraçar seus filhos e dizer-lhes o quanto são importantes e o quanto os ama; Abraçar seus pais e falar a mesma coisa ao invés de deduzir qu eles conheçam os seus sentimentos;
- Desejar boa sorte para aquela pessoa que você sabe que enfrentará algum desafio, em breve (uma prova, um teste, um primeiro dia de emprego, uma cirurgia, etc.) ao invés de pensar que estará incomodando a pessoa;
- Abrir a porta do carro para uma mulher ao invés de pensar que está sendo antiquado;
- Carregar as sacolas mais pesadas, para ajudar sua esposa, mãe ou uma senhora ao invés de pensar que elas brigaram por direitos iguais agora devem arcar com as consequencias;
- Oferecer ajuda a um idoso ao invés de pensar que nunca envelhecerá;
- Respeitar a dificuldade alheia ao invés de julgar ou caçoar;
- Evitar piadas preconceituosas e excludentes ao invés de querer bancar o engraçadinho da turma;
- Auxiliar um deficiente visual ou físico ou mesmo um idoso na travessia de uma rua mais movimentada ao invés de fingir que nem os viu;
- Elogiar uma criança para seus pais ao invés de ignorá-lo, mesmo ele estando ali sorrindo pra você;
- Evitar ser inconveniente e/ou desrespeitoso com o outro ao invés de querer sempre dizer as "suas" verdades;
- Ser solidário ao invés de fechar os olhos para a sociedade;
- Ser amável ao invés de ser indelicado;
- Ser carinhoso sempre ao invés de ser frio e distante.
Ou seja ser gentil é muito simples. Basta-nos amar as pessoas como gostaríamos de sermos amados. Então, que tal parar de economizar nos carinhos, elogios e palavras doces? Que tal você ser mais presente na vida das pessoas? Que tal relevar mais? Que tal abrir mão do preconceito e abraçar a gentileza?
Para inspirá-los, segue um trecho da música "Gentileza" de Marisa Monte, feita em homenagem ao simples e lendário "Profeta Gentileza":
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Pequenas acontecências...

- Abraçe de verdade, as pessoas que gosta. Não tenha medo e muito menos vergonha. Um abraço pode mudar o dia de muitas pessoas...
- Olhe nos olhos....Como um olhar pode fazer falta
- Deseje bom dia para as pessoas que cruzam o seu caminho. De preferência, acompanhado de um sorriso sincerto e cordial
- Agradeça ao caixa do supermercado por atendê-lo. Agradeça ao empacotador de suas compras.
- Ofereça ajuda para um idoso ou deficiente.
- Sorria sinceramente para uma criança. Aliás, jamais a ignore. Elas adoram sorrisos. Mesmo os desajeitados. Basta ser sincero.
- Seja gentil com seus familiares. Principalmente com os mais velhos.
- Ouça atentamente aquele que lhe procura. Muitas vezes, ouvir é uma grande ajuda.
- Evite reclamar de tudo e de todos.
- Seja paciente com os mais velhos e com aqueles que pensam diferente de você.
- Respeite os idosos e ajude-os, quando for necessário e possível.
- Trate com dignidade os portadores de alguma deficiência ou limitação. Jamais sinta pena. Eles precisam de respeito.
- Valorize os acertos alheios. Estimule as conquistas. Principalmente das crianças!
- Proteja a natureza. Crie hábitos ecologicamente saudáveis.
- Seja tolerante com o erro alheio
- Doe sangue, se estiver apto. Você pode salvar vidas! Pelo menos quatro, a cada doação.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
"Santa Catarina - tem algo muito grave acontecendo"
As tragédias são por si só inaceitáveis. E uma das principais razões para não entendermos ou aceitarmos as tragédias é que ela nos mostra o quanto somos impotentes. O quanto somos dependentes de tudo. Uns dos outros. Da natureza. Segundo o dicionário, omissão é a conduta pela qual uma pessoa não faz algo, apesar de ter todasa as condições para fazê-lo.
Ou seja, o cidadão não assume um posição de vilão, por exemplo o desmatador. Ele simplesmente deixa as coisas como estão, mesmo podendo fazer algo. Por exemplo, denunciar, ou não comprar um produto pirateado, não impedir que um direito seja violado.
Meus queridos, quando algo acontece, temos que ser duros consigo mesmo. Temos que fazera mea culpa.
O planeta agoniza. E ainda continuamos andando cada um num veículo, mesmo morando todos na mesma casa e indo praticamente para o mesmo destino. Continuamos comprando coisas e mais coisas descartáveis e não reciclamos. continuamos Desperdiçando recursos naturais. Continuamos ignorando sinais da natureza, como os de agora.
A gente tem problemas? Certo! Vamos pensar naquele que perdeu um ente querido, um pai, uma mãe, um fiho, uma família inteira soterrada? E aquele que não tem mais sua casa, suas coisas, que está num abrigo, com centenas e centenas de pessoas na mesma situação. Que dependem da solidariedade para seguir. Imaginem como está a cabeça de uma crianca de 4 anos, que tinha tudo. Tinha sua vidinha simples. Tinha uma família.
O macro ambiente está grave, porém é no micro que tudo acontece. É na cabeça de um pai de família, de uma mãe que perdeu seu companheiro, num filho que perdeu seus brinquedos e seu companheiro de brincadeiras que está a gravidade dessa situação.
As cidades serão reconstruídas. As casas também. E o que será que acontecerá com cada uma dessas pessoas, que precisam do nosso amor e nossa força agora?
Ao lado, tem um link da DEFESA CIVIL DE SANTA CATARINA. Lá tem todas as informações necessárias para quem quiser ajudar de alguma forma. Ajudemos!
Lembre-se de uma coisa. Inclua, todas as noites, nas suas preces ou eleve o seu pensamento para que essas pessoas sejam confortadas e reconstruídas. Elas são mais importantes que as cidades. Acreditem!
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Criança é tudo de bom!

terça-feira, 25 de novembro de 2008
Velhos amigos
A amizade é algo muito mágico. Como é bom reencontrar amigo. Amigo de verdade! 

Por isso que sempre digo: "O bom da vida é ter amigos. É ser amigo."
domingo, 23 de novembro de 2008
Amora

terça-feira, 18 de novembro de 2008
Equilíbrio
Equilibrar-se numa corda bamba...
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Água de Cachoeira
Você é como água de cachoeira sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Viver (ou problemas são o máximo!...)
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Podem voar que sou a outra asa de vocês...
Voar...voar! Liberdade...Existem muitas formas de amar nesta vida. Amor de pais para com seus filhos. De filho para com seus pais. Amor de casal. Amor entre irmãos. Entre amigos! Amor solidário. E tantas outras formas de amar que existem neste e em tantos mundos!
E a única coisa que é comum nestes amores é um quesito básico: Liberdade. O amor jamais aprisiona. Jamais julga. O amor não pode e nem deve ser mesquinho. Amar é entender que o outro é um e que você é outro e quando o um se encontra no outro, tudo se mistura numa perfeita alquimia.
E assim são feitos os relacionamentos: De misturas! Infinitas combinações. Tipo aquelas onde o seu melhor amigo é exatamente o seu oposto! Onde o seu irmão é de um jeito e você é completamente diferente! E ainda assim existirá o amor! E caso ele exista mesmo. anote aí: É o verdadeiro!
E quando amamos, desejamos o melhor para o outro. Esperamos que ele realize seus sonhos. Que ele seja o máximo. Eu adoro amar. Até tomo alguns cuidados. Por que quando amamos demais o outro, esquecemos de amar uma pessoa importantissima para nós: "Nós mesmos!"
E por amor, abraço minha família, meus amigos, minha companheira de jornada, minha filharada, aqueles que precisam muitas vezes, apenas de um abraço.
Quem ama escuta.
Escuta e procura as melhores palavras para aquele que as busca. E amando a gente torce para que aquele sonho (sabe, aquele?) se realize e espera estar junto pra comemorar e falar com carinho: Puxa! Eu estive contigo esse tempo todo, torcendo por isso! Olha teu sonho aí! Materializado.
Um dia ouvi dizer que família a gente não escolhe, aceita (só por que somos irmãos de alguém, somos obrigados a amá- lo?); e que, muitas vezes, amigos são mais importantes que a nossa família. Sinto discordar de um absurdo desse. Nossa família, escolhemos sim.
No exato momento que somos fecundados. Queríamos estar alí, com aquele papai e aquela mamãe e com todos aqueles que fazem parte do círculo deles. E realmente não somos obrigados a amar. Até por que amor não é uma obrigação. É uma dádiva, onde quanto mais amamos, mais temos amor pra distribuir. Amor não se gasta, ele se multiplica em si mesmo! Ah! Amigos são importantes mesmo. Nem mais e nem menos que nossa família. São importantes de uma maneira diferente apenas.
E por isso que hoje digo para aqueles que amo, que confiam em mim, que estão ao meu lado, seja por laços familiares, de amizade, de companheirismo. Para todos vocês e especialmente para uma pessoa que hoje tem tantos vôos à realizar, tantas dúvidas, tantos sonhos, tanta beleza e tanta coragem:
"- Podem voar, que eu sou a outra asa de vocês!" (trecho da música João e Duvê, de Maciel Melo, para os fihos de Xangai)
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Fazer brinquedos (ou como se divertir com quase nada...)
Eu sou do tempo do "interagir" que é bem diferente dos tempos atuais, da "interatividade". Enquanto o primeiro é a maneira como duas ou mais pessoas se "entendem" e se "entrosam" a segunda definição tem a ver com a comunicação "homem e máquina (tecnologia)". Ou seja quanto maior a interação, mais produtivo serão os relacionamntos humanos e quanto maior a interatividade, mais fácil será o "entrosamento" entre homem e máquina, consequentemente, tornar-se-á mais agradável ficar horas em frente uma máquina, jogando, conversando, etc.
As das coisas são importantes. O "x" da questão é que hoje se investe muito mais em melhorar continuamente a "interatividade" e aos poucos, deixamos de lado o mais importante, para nós, seres humanos: investir em aprimorar a "interação"
E afinal, o que isso tem a ver com brincadeiras que precisam de nada ou quase nada? Respondendo: Tem tudo a ver. Tem muito a ver.
Cresci entre poesias, poetas repentistas, jogos de tabuleiros, brincadeiras na rua de casa, estudos em bibliotecas e nas casas dos amigos. E nesse universo todo, o que mais existia era interação!
E criavámos jogos e mais jogos. Sabe o que precisávamos muitas vezes para nos divertir? Uma pedaço de papelão, umas tampas de garrafas, uns botões de roupas (que "emprestava" de minha mãe costureira), caneta e imaginação.
Eu fazia em casa, praticamente todos os jogos que gostávamos: jogo de damas, trilha, jogo da onça ou adugo (esse que está desenhado aí em cima), corridas com dados e castigos e bônus. (consistia numa grande cobra desenhada num papelão ou cartolina, quando tinha um trocado, com casas numeradas. Ou seja, uma pista numerada).
Um dos meus grandes parceiros de jogos, quando criança foi meu pai. Convivi pouco com ele (até meus 16 anos). Nesses momentos ele estava lá. E nos divertíamos por horas e horas! Riamos até! Ele adorava me enganar nos jogos. De provocação. Não era lá bom perdedor. No fim a gente se divertia mais das "estratégias de enrolação" do que do jogo propriamente dito.
Tinha as brincadeiras de correr (pega-pega, "mão na mula", "morto vivo", siga o mestre, polícia e ladrão, pular corda, futebol de rua). Aja energia pra tanta bagunça!
Jogávamos também bafo, dominó, xadrez, joquei-pow, palitinhos e tantas coisas que nem me lembro agora.
E era tão bom fazer os jogos e os tabuleiros. Criar os tabuleiros. Muitas vezes demorava tanto na tarefa de criar algo novo que já virava a diversão propriamente dita!
Quantas vezes, na casa de amigos, resolviamos brincar de algo e se faltava, logo diziam: Samuca, faz um jogo pra nós aí!. E pegava um pedaço de papel qualquer, pegava pedra ou o que tinha pela frente e criava as peças do jogo. Pronto! Todos se divertiam!
Hoje eu me lembro bastante deste tempo. Continuo criando meus jogos, acredita? Agora sou parceiro dos meus filhos. Que ainda gostam de minhas invenções, minhas pistas malucas e meus dados engraçados. E enquanto eu conseguir cultivar a interação, sobrepondo-se a interatividade, estou feliz! Meus filhos não gostam tanto assim de jogos eletrônicos e nem de internet. Usam-na, claro. Agora entre uma boa brincadeira entre nós e uma bate-papo virtual, ainda escolhem as brincadeiras! Eba!
E você já inventou algum jogo? Que tal abrir mal da interatividade por um tempo e arriscar-se a interagir mais? Com seus amigos, filhos, marido, esposa, irmãos, pais. Com todo mundo!
Ah! Ficou curioso(a) pra saber o que é jogo da onça?
Visites esses blogs:
http://tudamente.blogspot.com/2008/02/adugo-ou-jogo-da-ona.html ou http://ursasentada.blogspot.com/2006_06_01_archive.html
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Abraço (...ou coisas que deveríamos praticar sempre!)

E por falar em abraço, pare de passar vontade. Abrace mesmo! De verdade. Fará bem pra você e para a pessoa abraçada.CARPE DIEM!

