Há dez anos atrás filhos, irmãos, pais e mães saíram para trabalhar e não voltaram
Enquanto isso:
Filhos brincavam normalmente em casa
Esposas esperavam
Pais ansiosos sofriam
Deus ficou abismado com o que fazem em seu nome
11 de setembro de 2001 - um dia para esquecer... ou para sempre ser lembrado.
Quantos heróis anônimos nasceram da solidariedade, da fragilidade humana. Apesar da intolerância religiosa, Deus se fez presente neste dia, amparando os sobreviventes e consolando aqueles que perderam pessoas queridas.
Lembro-me que neste dia eu estava voando pelo Brasil, trabalhando, quando chegou a notícia inacreditável de que um atentado estava sendo concretizado em solo americano. Perplexos eles. Perplexos o mundo inteiro. A pergunta que me fazia era de como alguém poderia arquitetar algo assim e mais, dizer que era em nome de Deus.
E peço licença ao islã e outras religiões fundamentalistas para falar da intolerância. Em primeiro lugar, saibam que respeito muito a religiosidade e a fé de cada um. Todos têm o direito de acreditarem naquilo que conforta-os.
Ninguém tem direito de tirar a vida de outrem, em nome disso. Ninguém tem direito de tirar a vida de um pai e aplacar os sonhos de um filho que ficou em casa. Esse Deus, dos radicais, tenho certeza que não é o mesmo Deus descrito no Alcorão ou no Velho Testamento.
Ninguém tem direito de humilhar, extirpar a honra de alguém, apedrejar uma pecadora(?), como se alguém fosse o guardião da retidão, da honestidade e da ausência de pecado (pra quem acredita nele). Somos todos aprendizes aqui e ninguém tem o direito de apontar este ou aquele.
Neste dia, lembremos bem do que somos capazes, quando ficamos cegos pela vingança, pelo ódio e pela intolerância.
Lembremos o quanto somos capazes de ser generosos para salvar a vida de semelhantes.
Lembremos o quanto podemos fazer um mundo melhor
Lembremos de cada uma das vítimas, familiares e voluntários que vivenciaram aquele 11 de setembro.
Ninguém tem direito de tirar a vida de outrem, em nome disso. Ninguém tem direito de tirar a vida de um pai e aplacar os sonhos de um filho que ficou em casa. Esse Deus, dos radicais, tenho certeza que não é o mesmo Deus descrito no Alcorão ou no Velho Testamento.
Ninguém tem direito de humilhar, extirpar a honra de alguém, apedrejar uma pecadora(?), como se alguém fosse o guardião da retidão, da honestidade e da ausência de pecado (pra quem acredita nele). Somos todos aprendizes aqui e ninguém tem o direito de apontar este ou aquele.
Neste dia, lembremos bem do que somos capazes, quando ficamos cegos pela vingança, pelo ódio e pela intolerância.
Lembremos o quanto somos capazes de ser generosos para salvar a vida de semelhantes.
Lembremos o quanto podemos fazer um mundo melhor
Lembremos de cada uma das vítimas, familiares e voluntários que vivenciaram aquele 11 de setembro.
Oremos....
CARPE DIEM

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