domingo, 1 de fevereiro de 2009
Dia de chuva...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Sentar-se à janela

CARPE DIEM
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Miragens
CARPE DIEM
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
A vida é tão rara...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
"...mas meu pai vem me visitar..."
As famílias hoje são um pouco diferente, comparadas aquelas dos tempos de nossos pais e principalmente avós.São tantas as causas, entre elas o despreparo para a liberdade, a impaciência, a intolerância, a independência, o individualismo sobrepondo-se aos interesses do bem comum e do bem do outro. Enfim, as mudanças.
Se manter um casamento tornou-se um desafio e imagine como ficou manter os filhos de um casamento que terminou? E como inseri-los nas novas famílias que surgem, dos pais separados?
Eu tenho uma boa experiência, sou um pai separado. Existem pais, independente do sexo, que deixam as coisas seguirem seu rumo. Não se importam e até agradecem por não tê-los por perto. Eu adoro ser pai. Adoro mesmo.
Eu sou um pai normal e sinceramente não me considero um bom pai. Apenas pai. Gostaria de ser mais duro, as vezes, mais tolerante outras vezes. E tento, aos poucos aprender a exercer esse papel tão nobre. O de ser pai!
Nesses anos todos eu aprendi uma coisa importante sobre ser pais. Os filhos geralmente reclamam que seus pais não escutam, não entendem, não aceitam e isso e aquilo. E os pais, por outro lado, sentem-se culpados, por não terem criado uma abertura, um canal de comunicação, por não tentarem entender o mundo do filho.
Agora o aprendizado. Não importa o quanto você dê abertura, se faça presente, queira estar junto, queira contribuir, opinar, aceitar e realmente entende-los. Eles nunca o procurarão primeiro. É rarissimo, um filho chegar para o pai e dizer, "pai, o que você acha disso?". Como eu deveria conduzir essa situação? E esse lance com essa menina ou menino? O que você acha?
Mesmo que você diga, com todas as letras: Meu filho, estou sempre aqui, pra qualquer coisa. Fale comigo sempre. Nada fará com que eu deixe de amá-lo ou amá-la. Nada. Quer falar sobre situação A ou B? O que você está sentindo sobre isso? Nada.
Somos invasores, quando na verdade, tentamos ser apenas gentis e companheiros de jornada. Seria bom que cada filho entendesse que já passamos por isso, muitas vezes. "São crianças como vocês"
E segue a vida....
Eu moro com a minha mãe...
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
No tempo em que eu era menino...

Tem uma canção de Geraldo Azevedo (Geraldinho, pra nós nordestinos), que me encanta.
Chama-se "O menino e os carneiros"
Me encata por sua melodia
Pela letra simples
Pela confissão e a saudade escondida nos versos de um sertanejo
Nossa! Como eu gostava de ser criança, no meu tempo!
Deve ser bom ser criança hoje também...
Bem, digo isso, por que acredito que as crianças de hoje também gostam de serem crianças, em seu tempo.
O que mais me encantava no meu tempo era a total falta de recursos pra brincar
Tudo servia como brinquedo
E a gente sonhava tanto e tudo era motivo para uma história, um causo
Eu cresci no meio dos jogos de tabuleiros, repententes de viola, poesia e muito cordel
E o cordel é algo mágico.
Não há nada mais inventivo que um cordel.
Nele um simples sertanejo é capaz de enfrentar dragões, feras temidas, demônios, seres estranhos, a seca, a miséria, a fome, a falta de trabalho, os maus políticos, os coronéis e suas tiranias, os temidos cangaceiros.
Para um nordestino, personagem de cordel, tudo é possível.
Para uma criança, no meu tempo também.
Tudo era possivel.
Faziamos carros de boi, de palma, um tipo de cactus nordestino, que servia de alimento para os bois.
Usamos sabugos de milho, palhas do milho, do feijão debulhado.
Faziamos as nossas próprias pipas, a nossa propria cola.
E brincavamos de coisas que nao precisam de nada....apenas de nós, crianças dispostas!
Mão-na-mula, pega-pega, morto-vivo, esconde-esconde e tantas brincadeiras legais.
Para os meninos futebol, que podia ser com bola de meia mesmo ou a de capotão, de alguém bem do dinheiro.
Para as meninas tinhas várias brincadeiras românticas, como passar o anel, brincar de boneca de pano, de cazinha e por aí vai.
Só tinha uma coisa que era igualzinho hoje.
Toda criança quer crescer.
Quer ser adulta logo.
Viver a liberdade, de poder fazer o que quer, na hora que quer e quando quer.
E tenta mudar a ideia de alguem que se acha grande? Já tentou?
Pois é.
Hoje eu não sou mais criança. Pelo menos na idade e nas responsabilidades assumidas com a adultice. Estou nesse trecho, da música que selecionei:
E com o passar dos anos você acaba aprendendo muitas coisas e percebe que ser adulto nem é tão bom assim e nem é tão mal. E apenas ser adulto.
"Quando simpesmente somos. Por que quem é algo, não precisa afirmar nada, provar nada. Suas atitiudes, seus comportamentos, sua maneira de enxergar o mundo e a vida, de serem e de estarem dizem tudo."
Me pego lembrando como tive que ser adulto na marra, sem direito a escolhas. Que falta me fez um pai, um exemplo, uma mão estendida e um ouvido pronto pra escutar e uma boca pronta pra aconselhar...
domingo, 18 de janeiro de 2009
Pra você gostar de mim...

CARPE DIEM
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Que venha 2009!
Agora, não importa qual foi a sua atitude.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Arquitetando sonhos....

Aprenda a voar...

Aprender a voar com as próprias asas é muito mais que uma metáfora.
É um conselho sábio.
Aprender a cuidar da própria vida.
Ser responsável por seus atos e percalços.
Chega um momento, em nossas vidas, em que uma voz sussura ao seu ouvido:
"Voa! Agora é contigo!"
E sentimo-nos como pássaros filhotes, soltos pela mãe águia, do alto de um pico, pronto a despencar, espatifar-se no chão. Aí, o milagre acontece! O movimento das asas, o sincronismo, o vôo desajeitado no início.
Em seguida, a sensação de liberdade!
A vida é a nossa mãe águia.
Uma hora, cedo ou tarde, ela nos pega em seus braços, nos leva a um pico, bem alto, e nos solta!
E nós voamos! Nós voamos!
Liberdade!
Tem uma música do Edvaldo Santana, chamada Zensider, interpretada pela Titane, cantora maravilhosa, lá das Geraes, que fala assim:
Aprenda a costurar
As suas próprias roupas
Quando as flores
Forem poucas
Quando a brisa do inverno
Varrer sua casa
Aprenda a voar
Com as suas próprias asas
Em caso de cansaço
Sente-se
Como um tigre
Imóvel
Ao relento
Atento
Ao soprar do vento
Pode ser
Aconteça
Uma flor de lótus
Floresça
Na lama dos seus olhos
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Sonho que se sonha só...

CARPE DIEM
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Gentileza gera gentileza..
- Desejar um bom dia para um vizinho, que acabamos de encontrar, no elevador, nas escadas do prédio, na saída do portão de casa ao invés de ignorá-lo, como se tratasse de mais um objeto na paisagem;
- Abraçar seus filhos e dizer-lhes o quanto são importantes e o quanto os ama; Abraçar seus pais e falar a mesma coisa ao invés de deduzir qu eles conheçam os seus sentimentos;
- Desejar boa sorte para aquela pessoa que você sabe que enfrentará algum desafio, em breve (uma prova, um teste, um primeiro dia de emprego, uma cirurgia, etc.) ao invés de pensar que estará incomodando a pessoa;
- Abrir a porta do carro para uma mulher ao invés de pensar que está sendo antiquado;
- Carregar as sacolas mais pesadas, para ajudar sua esposa, mãe ou uma senhora ao invés de pensar que elas brigaram por direitos iguais agora devem arcar com as consequencias;
- Oferecer ajuda a um idoso ao invés de pensar que nunca envelhecerá;
- Respeitar a dificuldade alheia ao invés de julgar ou caçoar;
- Evitar piadas preconceituosas e excludentes ao invés de querer bancar o engraçadinho da turma;
- Auxiliar um deficiente visual ou físico ou mesmo um idoso na travessia de uma rua mais movimentada ao invés de fingir que nem os viu;
- Elogiar uma criança para seus pais ao invés de ignorá-lo, mesmo ele estando ali sorrindo pra você;
- Evitar ser inconveniente e/ou desrespeitoso com o outro ao invés de querer sempre dizer as "suas" verdades;
- Ser solidário ao invés de fechar os olhos para a sociedade;
- Ser amável ao invés de ser indelicado;
- Ser carinhoso sempre ao invés de ser frio e distante.
Ou seja ser gentil é muito simples. Basta-nos amar as pessoas como gostaríamos de sermos amados. Então, que tal parar de economizar nos carinhos, elogios e palavras doces? Que tal você ser mais presente na vida das pessoas? Que tal relevar mais? Que tal abrir mão do preconceito e abraçar a gentileza?
Para inspirá-los, segue um trecho da música "Gentileza" de Marisa Monte, feita em homenagem ao simples e lendário "Profeta Gentileza":
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Pequenas acontecências...

- Abraçe de verdade, as pessoas que gosta. Não tenha medo e muito menos vergonha. Um abraço pode mudar o dia de muitas pessoas...
- Olhe nos olhos....Como um olhar pode fazer falta
- Deseje bom dia para as pessoas que cruzam o seu caminho. De preferência, acompanhado de um sorriso sincerto e cordial
- Agradeça ao caixa do supermercado por atendê-lo. Agradeça ao empacotador de suas compras.
- Ofereça ajuda para um idoso ou deficiente.
- Sorria sinceramente para uma criança. Aliás, jamais a ignore. Elas adoram sorrisos. Mesmo os desajeitados. Basta ser sincero.
- Seja gentil com seus familiares. Principalmente com os mais velhos.
- Ouça atentamente aquele que lhe procura. Muitas vezes, ouvir é uma grande ajuda.
- Evite reclamar de tudo e de todos.
- Seja paciente com os mais velhos e com aqueles que pensam diferente de você.
- Respeite os idosos e ajude-os, quando for necessário e possível.
- Trate com dignidade os portadores de alguma deficiência ou limitação. Jamais sinta pena. Eles precisam de respeito.
- Valorize os acertos alheios. Estimule as conquistas. Principalmente das crianças!
- Proteja a natureza. Crie hábitos ecologicamente saudáveis.
- Seja tolerante com o erro alheio
- Doe sangue, se estiver apto. Você pode salvar vidas! Pelo menos quatro, a cada doação.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
"Santa Catarina - tem algo muito grave acontecendo"
As tragédias são por si só inaceitáveis. E uma das principais razões para não entendermos ou aceitarmos as tragédias é que ela nos mostra o quanto somos impotentes. O quanto somos dependentes de tudo. Uns dos outros. Da natureza. Segundo o dicionário, omissão é a conduta pela qual uma pessoa não faz algo, apesar de ter todasa as condições para fazê-lo.
Ou seja, o cidadão não assume um posição de vilão, por exemplo o desmatador. Ele simplesmente deixa as coisas como estão, mesmo podendo fazer algo. Por exemplo, denunciar, ou não comprar um produto pirateado, não impedir que um direito seja violado.
Meus queridos, quando algo acontece, temos que ser duros consigo mesmo. Temos que fazera mea culpa.
O planeta agoniza. E ainda continuamos andando cada um num veículo, mesmo morando todos na mesma casa e indo praticamente para o mesmo destino. Continuamos comprando coisas e mais coisas descartáveis e não reciclamos. continuamos Desperdiçando recursos naturais. Continuamos ignorando sinais da natureza, como os de agora.
A gente tem problemas? Certo! Vamos pensar naquele que perdeu um ente querido, um pai, uma mãe, um fiho, uma família inteira soterrada? E aquele que não tem mais sua casa, suas coisas, que está num abrigo, com centenas e centenas de pessoas na mesma situação. Que dependem da solidariedade para seguir. Imaginem como está a cabeça de uma crianca de 4 anos, que tinha tudo. Tinha sua vidinha simples. Tinha uma família.
O macro ambiente está grave, porém é no micro que tudo acontece. É na cabeça de um pai de família, de uma mãe que perdeu seu companheiro, num filho que perdeu seus brinquedos e seu companheiro de brincadeiras que está a gravidade dessa situação.
As cidades serão reconstruídas. As casas também. E o que será que acontecerá com cada uma dessas pessoas, que precisam do nosso amor e nossa força agora?
Ao lado, tem um link da DEFESA CIVIL DE SANTA CATARINA. Lá tem todas as informações necessárias para quem quiser ajudar de alguma forma. Ajudemos!
Lembre-se de uma coisa. Inclua, todas as noites, nas suas preces ou eleve o seu pensamento para que essas pessoas sejam confortadas e reconstruídas. Elas são mais importantes que as cidades. Acreditem!


