terça-feira, 29 de março de 2011

As noites na Lapa

Sem que se perceba
Você se envolve
Integra-se
Entrega-se
Zoada, zumbido, zueira
Zazueira, como diria Benjor
Ah! A Lapa!
É tudo o que falam
E falo mais
É tudo e mais um pouco
É noite, é notívago, é nostálgico
É abraço, sorriso e conversa fiada
Em voz alta
É samba na roda
É roda de samba
Lapa cheia de bossa ou
Bossa cheia de Lapa
Da Lapa, quem prova
De seus becos, vielas
Os amassos escondidos
As ruas antigas
As casas mais antigas
Os Arcos da Lapa
Botequins e botecos
Embalamos amantes
Inspiram os poetas
As noites infinitas
Nas ruas da Lapa


CARPE DIEM

3 comentários:

Vinicius.C disse...

Boa noite!!

Só de olhar as fotos e ler da vontade de encarar a serra e curtir algumas horas dessa delicia!

Um forte abraço e uma ótima noite!

Te vejo no Alma!

Abraços!

Sonia disse...

Foi muito bom mesmo, né amor!
Precisamos repetir a dose!
Beijos
Princesa

Sereia... disse...

Ei besto réi tem selinho pra tu lá no meu blog!

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