sábado, 30 de outubro de 2010

Criançar


Pule, role, se jogue e teste o movimento
Olhe atento, perca o foco, não importa
Ouça com cuidado e traduza o som do vento
Abra a janela, entre e saia, feche a porta

Pule corda, amarelinha, faça um invento
Coma bolo, se lambuze com geléia e torta
Aproveite seu  tempo! Viva seu momento
Marque um gol, dê um drible que entorta

Nade no mar ou na piscina, dê cambalhotas
Cante! Nem ligue se você acertou o tom das notas
Faça qualquer coisa, desde que combine com bagunçar

Você não lembra mais? Busque nas memórias remotas
Se lambuze nas frutas molecas, doces e compotas
Viva a experiência boa de um festivo criançar*!

*criançar - segundo o sempre tem algo acontecendo - significa o ato de brincar como criança, rir à toa, festejar, amar de graça, abraçar, beijar, gargalhar, rolar no chão, pular, dançar, bagunçar, fazer maluquices (segundo os adultos), enfim...tudo que as crianças que estão aí pertinho de você fazem!

CARPE DIEM

Brincadeira de criança


Brincadeira de criança é tudo de bom! Aliás, criança é tudo de bom!

Muitas vezes sofisticamos os brinquedos e as brincadeiras e elas se divertem com uma pedrinha encontrada no chão, um brinquedo quebrado mesmo, ou simplesmente com seu próprio corpo.

Por que criança corre, pula, dança, se joga, experimenta os limites do seu corpinho. E quando isso acontece. Ela mesma se basta.

E sorriso de criança? Esse não tem igual. Por que criança só sorri, quando quer sorrir. Não dá um sorriso pra agradar pai, mãe, tio, tia, nada! Criança só solta sua risada quando sente vontade.

Criança gosta de brincadeira simples. Gosta de beijo estalado. Gosta de bagunça boa. 

Uma criança muito quietinha, num canto, pode estranhar. Tem algo que errado com ela. Por que criança sabe tudo, menos ficar parada. Tem que se movimentar. Afinal, seu principal elemento é  a energia pura. Da melhor qualidade e autenticidade.

Particularmente eu sou apaixonado por crianças. Por que elas nos ensinam o mais simples. Para amar, basta estar ali e se disponibilizar a viver um amor simples e puro. Elas não precisam de dias, meses, anos para confiar ou amar alguém. Criança ou gosta ou não gosta. Ela sente a pessoa nova em segundos. 

Já imaginou se fôssemos assim? Se mantivéssemos essa característica mágica de quando fomos crianças? Seria o máximo, não é mesmo?

Só que a gente cresce e complica tudo. A gente cresce e deixa de resolver as coisas como as crianças resolvem. Deixamos de acreditar como elas acreditam e então abandonamos a fantasia, o sonho, o amor pelo simples, a  atração pelo fácil. Perdemos a mania boa da credulidade. A Mania de gostar de graça e sem pedir nada em troca. Quer dizer, sem pedir nada não. Criança pede carinho e sorriso. E tudo isso tem que vir com verdade. Por que se for fingido, ela percebe, viu?

Pois é. Ficou com vontade de voltar aos tempo de criança? Volte aí. Brinque um pouco!

Procure aqui nesta matéria da revista Cláudia, algo que lhe agrade!

CARPE DIEM (com cambalhotas!)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Acontecências...


E no meio de toda confusão ele silenciou
No meio do barulho insano, ele encontrou a paz
Foi assim, quase sem querer, que a serenidade fez morada no seu peito
Caminhou sem sair do lugar
Fez um voo sem possuir asas, sequer

No meio de todos os seus desencontros, ele se encontrou
Foi assim, quase que tropeçando nas próprias pernas, 
que ele resolveu parar e sentar-se num cantinho

Foi olhando pro infinito que ele falou do inexplicável
Admirando o Sol, lá no fundo do céu
Que a sua noite interior se iluminou de vez

E neste ir e vir, foi assim que ele chegou lá e cá ao mesmo tempo
Foi assim, quase sem querer, que ele pediu pra viver
Mais uma vez

CARPE DIEM

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Marina Silva (vamos lá blogueiros!)

Olá meus queridos! Estou de volta ao tema político. E estou com Marina Silva.

Gostaria de pedir a todos os blogueiros e twitteiros, que compartilhem desta opinião que divulguem ao máximo este post ou sua opinião. Galera, não dá pra viver com Dilma por quatro anos. Com ela virão os famosos José Dirceu, Palocci, Genoíno, Michel Temer e tantos outros velhacos do poder.

Ontem (30/09/2010), assisti ao último debate político dos concorrentes à Presidência. Minha humilde análise é a seguinte, considerando inclusive, os outros debates e sabatinas dos principais veículos de comunicação:

Marina Silva: Se mostrou preparada, com uma visão holística da gestão pública. Preocupada com questões estratégicas. Sempre firme e pontuou muito bem o que é possivel e o que não é, nesta corrida presidencial. Creio que, na minha modesta opinião, se ela tiver mais tempo, num provável segundo turno, as coisas se clareiam. Ficará evidente o despreparo de Dilma. Mesmo contra o Serra. Não há o que comparar. O fato é que Marina é a alternativa viável para impementar as mudanças que o país necessita. Sem contar que precisamos de uma alternância de poder, após estes oito anos de Lula. Meu voto é de Marina.

José Serra: Mostrou que tem currículo (e de fato o tem!), porém como sempre, não convence. Promete muito, tenta se parecer popular (quando nunca teve esse viés de governar para as massas, de fato) e tenta se valer de acertos de oito anos atrás, desconsiderando as realidades atuais (ambientais, sociais e econômicas)

Dilma Rousseff: Me perdoem os que nela votam. Essa mulher não tem o mínimo preparo para governar o nosso país. É importante ter claro que a Dima nunca governou nem uma cidade. Pior! Nunca teve nenhum mandato sequer. Nos debates, se mostra despreparada, nervosa e entrega-se como autoritária. Especialmente no Dbate de ontem, ficou muito evidente que ela se apoia apenas no governo Lula. E aqui vale lembrar uma coisa: O Brasil não desandou nestes oito anos, por que Lula impôs sua força junto ao PT. Dilma não tem a menor chance de driblar as alas "aproveitadoras" do PT. Nem tem força política, experiência e nem carisma pra isso.

Plínio Sampaio: No que se propôs no debate, se saiu dentro do esperado. Como ele não tem nada a perder, precisa realmente atacar. Se bem que esse lance de socialismo puro não funciona tão bem assim. Uma coisa é fato: ele disse muitas verdades no seu discurso. Tem dito muitas verdades. Como por exemplo, a falta de revisão da dívida pública. A dívida entrou em níveis estratosféricos nos dois governos do Lula. E só o que se gasta com juros nesta dívida não é brincadeira. Isto reflete nos juros e nas dificuldades de investimentos reais nas áreas de educação, saúde, segurança, transporte, enfim, serviços básicos que um Estado de fato, deve entregar ao cidadão.

Vamos mudar e fazer  um governo preocupado com as questões ambientais, sociais e de fato de coesão nacional.

Conto com todos!

CARPE DIEM
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